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FOTOS DO LANÇAMENTO DOS LIVROS HUMANITY/TESSITURAS E DERRADEIRA PLUMAGEM 26/07/2013

FOTOS DO LANÇAMENTO DO LIVRO HUMANITY/TESSITURAS

Gente,

Eu Sílvia Oliveira lancei o livro de poemas em inglês ! (O Volpato parelhou-os em língua nacional)
O título 'Humanity / Tessituras' está aqui no blog; podem ler e copiar !

clique para ler HUMANITY / TESSITURAS

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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Silvia Oliveira toma posse hoje na APL - Academia Piracicabana de Letras




Hoje a Poetisa e amiga Silvia Oliveira e o Colunista do JP Walter Naime, tomam posse na APL Academia Piracicabana de Letras, às 20h00, na Casa do Médico (av. Centenário, 546) - com entrada gratuita. Parabéns aos novos membros. Os Imortais também lançam revista anual com textos de associados (fonte JP 29/11/2013 C5 - Naiara Lima).

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Aniversário

 
Quem conviveu com Sílvia sabe
do supino seu amabile
 
 
 

 
Parabéns Vas - BBB
e continue somando
esses 18 novembros

domingo, 29 de setembro de 2013

POEMILTON


P O E M I L T O N

 No pássaro, pio e asa – onipresente seu voo.
Todo canto chora um ai... luzia tanta graça...
Meu pai que ora não mais ilumina esta casa.

Saudades de nosso pai Milton de Oliveira
lembrando sua partida em 29 junho/2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

P Ó L E N




Há um setembro
quando de teu corpo
se desprende uma flor
e a estação é testemunha
do seu desabrochar úmido
como de uma rosa
entre minhas mãos 
enlouquecidas.

Um setembro...
esperado, único;
sabido, surpreendente;
rotineiro, lúdico,
e querido sempre.

Um setembro,
quando de teu corpo
a flor se desprende
e meu corpo te aprende,
nossos corpos se entendem,
nossas vidas se rendem !


de Sílvia Oliveira & Otacílio Monteiro  
do livro " Ímpares " (1998, p. 14)


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

" Derradeira Plumagem ", de Irineu Volpato - Apreciação por Sílvia Oliveira


“Esbanjo de sentimentos, emoções e pensares, falas, criam eco...” (também) “em mim”, Sarita (professora e poetisa de Bagé, RS) pois que os versos-motemas de Irineu igualmente não me assombram como antes, há duas décadas quando nos conhecemos.
Olhos meus, de ver e sentir seus dizeres são agora mais acostumados às suas desconstruções linguísticas, aos seus movimentos repentes que combinam sensações, culminando em sentimentos amplos no abrir de asa Volpatiano.
Começarei do motema seu último:  “bom de às vezes se entregar a efêmeras loucuras descansando nosso senso verdadeiro”.  E não é essa justa e “apenasmente” o trabalho do escritor, desse poeta em especial - o de se entregar ao não usual e descansar-se em senso de outras “verdades” ?  O sentido normal das palavras definitivamente não faz bem ao poema, aqui lembrando as palavras do poeta Manoel de Barros.  E Volpato significa isso a cada (re)lance de sua obra.
A regra de “scrivere breve” apresentada por Italo Calvino (em Lições Americanas. Multiplicidade - p. 116-117) considera a idéia, a feitura dos versos que se desprendem do temperamento de “escrever breve” pois que essa estrutura permite ao poeta unir a concentração na invenção e na expressão com o sentido da potencialidade infinita. Característica essa própria deste poeta-pássaro.
Irineu é meu “partner”, parceiro-parelho no livro bilíngüe “Humanity/Tessituras” que hoje apresentamos.  Quando o convidei para não simples ou propriamente traduzir meus versos ingleses para a língua nacional, mas que se fizesse à vontade para que ele próprio se fizesse nesse trabalho, ao qual chamou de “parelhamento”, não tinha a dimensão do que poderia se mostrar a partir daí.  Então seus versos foram acontecendo, atingindo níveis fiéis - ora mais, ora menos - à idéia e imagem originais dos poemas surgidos na língua inglesa.  Desapeguei-me por completo das vezes em que o poeta partiu num voo “solo” e o admirei por sua envergadura tão diferente quanto similar à minha.
E aqui nesta plumagem que nunca se faz derradeira pois o poeta permanece nas asas de quem o lê, agradeço por compartilhar letras e sentimentos na amplidão do universo pessoal e literário.

Noiva da Colina, aos 26 de gélido julho, 2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Do Livro Humanity/Tessituras




ADDICT
 
Have become
kind of addicted
to your caress
cased in words
and attractive poems.
 
Type of a good
catching ill
                    you
that´s lodged in my core
and inner home
with a view to be cured
                less
                         and
                                  less

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